Compartilhe

Como a banda lida com o título de ter o primeiro disco de metal na América do Sul? Guardada às devidas proporções, pode-se dizer que são o “Black Sabbath brasileiro”?

No início isso parecia surreal, não achávamos ser possível que nós fossemos os pioneiros, oriundos aqui do norte, sem nenhuma tradição no rock. Como imaginar que no Rio e em São Paulo ainda não tinham bandas tocando rock pauleira? (esse era o termo). Só começamos a acreditar de verdade quando tocamos no Circo Voador, em abril de 1983, e só vimos bandas de rock ‘n’ roll e blues. Foi nessa noite, depois do nosso show – onde tocamos todo o primeiro LP e quebramos o equipamento no final – que o público invadiu o palco, nos carregou nos ombros, gritando: “É a primeira banda de Heavy Metal do Brasil”. Algum tempo depois, na falta de qualquer outra banda, começaram a se espalhar pelos zines e entre os rockers os rumores do surgimento dos pioneiros do HM BR, título que se confirmou com o tempo. Para nós foi surpresa… e depois uma grande honra!

A banda, na época tinha noção de que estava fazendo história no cenário pesado nacional?

Nem passava por nossas cabeças que teríamos esse papel fundamental na cena brasileira. Só queríamos fazer o nosso som, influenciado pelos nossos ídolos, um som pesado e rápido, com letras inteligentes e mensagem relevante. Todo o resto, a repercussão do nosso LP e o pioneirismo foram absolutas surpresas.

A banda teve diversos nomes antes de chegar a Stress. Como chegaram nesse nome?

O embrião chamava-se “Pinngo D’água”, em alusão ao formato do bumbo da antiga bateria ‘Pinguim’, que tinha o formato de gôta de água (não era redondo).

Depois resolvemos que esse nome era fraco, nada a ver com o rock… Aí se seguiram “Electra” e “TNT”… Com a entrada de Pedro Valente, guitarrista, ele sugeriu “STRESS”, que na época era um termo recente. A sonoridade – monossílaba, similar a Kiss, Yes, Queen, Cream … – nos agradou. O significado – tensão nervosa, fadiga mental, agitação de ciade grande…- nos deu a certeza de que era um nome forte, bem adequado ao som que queríamos fazer… Para mim, é um dos três melhores nomes de bandas de rock da história.

Quais são as melhores lembranças que tem da gravação do primeiro álbum? Uma data histórica para o metal nacional?

Só esse assunto já daria um livro… Esse LP exigiu muitos sacrifícios, a começar pelas centenas de horas de composições e dezenas de sessões de ensaios para finalizar os arranjos… A captação de recursos financeiros (era tudo muito caro) ,a viagem (3 + 3 dias) de ônibus para gravar no Rio, a hospedagem numa modesta pensão, as duas sessões de gravação (8 + 8 horas), corridas demais, pois, o custo era altíssimo… até a fuga do estúdio com uma fita k-7 contendo as músicas mixadas, pois, esta mixagem foi-nos cobrada a mais e não tínhamos dinheiro para acrescentar… Bom… como disse, daria um livro. Entretanto, apesar de todas as dificuldades, da decepção com o resultado tosco da gravação – fomos enganados, os caras não sabiam gravar rock pesado – , que quase nos leva a não lançar esse álbum… somos muito gratos a essa obra, pois, foi através dela que o brasil nos conheceu, foi ela quem inaugurou o metal brasileiro… Essa é nossa maior alegria vinda desse disco.

Como era ser um roqueiro nos anos 70? Já que não existia o termo Headbanger, e hia existia uma dificuldade enorme de conseguir material e instrumentos, sem falar que o preconceito da sociedade era enorme nessa época…

Nós , roqueiros (esse era o termo), éramos pessoas raras. Havia pouquíssimos de nós em toda a cidade, eram focos dispersos em bairros distantes.Nos achávamos especiais – nos achamos até hoje -, pelo gosto musical apurado e pelo jeito de viver diferente, com valores divergentes da grande massa comum. Quando ouvíamos falar que havia um roqueiro – um de nossa espécie – morando em um bairro distante, pegávamos nosso 10 melhores LPs e íamos atrás do cara, descobríamos onde ele morara, batíamos na porta e rolava o diálogo: “És tu que és roqueiro? … – Sim, eu curto rock!… – Firme!..Nós também somos!… Trouxemos uns discos pra ouvir!… Égua,bacana!… Pode chegar!”.

E assim começava mais ustress-nova-musicama grande amizade… e o movimento crescia aos poucos, na clandestinidade. Até que essas turmas isoladas passaram a se reunir nos primeiros shows do “Stress” , em meados dos 70’s… A partir daí, as reuniões deram início a um movimento real, forte e consistente, que perdurou até o final dos anos 80, quando começaram os rachas entre os rockers/headbangers , infelizmente…Mas, essa parte da história eu não gosto de lembrar.

 

Quais foram as influências da banda nessa época para moldar o som do Stress, e por que tiveram a decisão de cantar em português?

Como quase todos os rockeiros nascidos nos anos 60, tivemos influências bem variadas. Desde Creedence, Beatles, Stones – da fase rock ‘n’ roll -, até os precursores do som pesado: Deep Purple , Led , Sabbath, Sweet, Nazareth, Status Quo, U.F.O… Mas, foi a segunda levada de bandas inglesas que mais nos influenciou. As principais foram: Judas, Saxon , Iron e Motorhead. Sem plagiar ninguém moldamos o nosso som, com a cara do Stress, rápido,pesado,melódico e com conteúdo literário de alto nível. No início, chegamos a compor em Inglês – Go to Hell (Mate o Réu) – .entretanto, quando tocamos ao vivo pela primeira vez, algumas pessoas adoraram o som, mas, vieram perguntar do que falavam as letras. Nessa mesma hora resolvemos que o Português era a melhor opção, tínhamos um som pesado e bem trabalhado, que deveria ganhar força extra se as letras fossem bem entendidas de primera e contivessem mensagens relevantes. É muito mais difícil compor e cantar em português, e esse desafio nos agrada bastante. Falar abobrinhas em inglês e ainda soar bonitinho é moleza. Esse papo de que o metal tem de ser em inglês e o Samba tem de ser em português é argumento vencido. Não há fronteiras para a boa música.

Reza a lenda que além de ser o primeiro disco de metal nacional, o primeiro disco da banda é o primeiro disco de Thrash Metal lançado. O que acham disso?

Quando começamos a compor o nosso pensamento era: “Temos de ser mais rápidos e mais pesados do que qualquer outra banda no planeta!”. Foi com esse pensamento surgiram Mate o Réu, Sodoma e Gomorra, Chacina, O Viciado e tantas outras… Provavelmente isso explique nosso pioneirismo nacional. Algumas dessas músicas – quer pela gravação tosca, pela velocidade, palhetadas e agressividade vocal – tem alguns elementos do Thrash. Entretanto, que não eram Thrash, pois, nem mesmo o termo Heavy Metal nos era conhecido – era rock pauleira – , só queríamos ser o mais agressivo possível. Acho que dentro Heavy Metal mundial da época (78 – 82), poucas bandas tinham o peso que nós tínhamos. Não fosse a gravação muito ruim que tivemos, se aquele Lp de 82 fosse gravado no exterior, o mesmo teria uma qualidade compatível com os nossos ídolos gringos, poderia até ter uma repercussão internacional melhor…Quem sabe?

Resumindo, o Stress I – mesmo com alguns elementos do Thrash – é puro Heavy Metal, na linha dos Bretões da NWOBHM.

Uma das melhores histórias que cerca a banda é de que gravaram o primeiro disco em um estúdio no Rio e , como você mencionou rapidamente mais acima, tiveram que meio que “resgatar o disco”. Como foi que isso ocorreu?

Gravamos tudo em 16 horas, mas, ainda faltava a mixagem, segundo o técnico de gravação, cujos custos não estavam no orçamento prévio enviado pra Belém.

Já estávamos putos com a qualidade final, nada parecido com os discos do Judas e Iron, e ainda vem essa bomba, que teríamos que pagar mais duas horas da mixagem – já feita -. Puto e duros, esperamos o técnico ir ao banheiro, pegamos apenas uma fita K-7 , que ele já tinha copiado pra gente, e saímos porta afora. Entramos numa estação do metrô (Central) e desaparecemos (risos).

Para nós aquilo não foi um calote,pois, o resultado prometido ,de alta qualidade de gravação, não foi cumprido, não se comparava aos discos do Judas e Iron.

Nos contentamos com uma fita k-7 porque ,ao ouvir a gravação, não pretendíamos seguir a diante com o disco, tamanha a decepção. Depois resolvemos fazer as 1000 cópias, a partir daquela K-7… Foi a melhor decisão das nossas vidas (risos).

Como era sensação de toda vez que voltavam para a sua terra natal, após tocar para um público de mais ou menos 20 mil pessoas?

Nosso show de lançamento desse LP ,em 14 de novembro de 1982, foi um evento que parou a cidade. Ver essas 20.000 pessoas lá foi especial pra nós. Todas as emissoras de rádio, TV e jornais dando cobertura, foi algo memorável! Esse dia realmente poderia ser considerado o dia nacional do Heavy Metal. Nunca mais uma banda colocou esse público dentro de um local fechado aqui em Belém, é um record que perdura até hoje.

main-stress3

Além do citado problema de falta de matéria e de instrumentos descentes, também havia o problema da censura na época e muitas letras de várias bandas e artistas tinham que ser alteradas. O Stress também passou por esse tipo de problema?

Quase 100% das nossas letras foram censuradas, pois, os temas eram pesados, questionando a atuação dos governo em relação ás injustiças sociais que sempre dominaram nosso país, desde os primórdios da escravidão… Em alguns casos, tivemos de modificar as letras totalmente, para serem aprovadas…Em outras demos, o “drible”. A música “Lixo Humano” foi uma das que não passaram. Mudamos o refrão para “lixo, mano…” ai, passou. Rsrs. Apesar de toda a repressão, conseguimos manter o alto padrão das nossas letras, sempre muito elogiadas por todos.

O segundo disco da banda, “Flor Atômica”m foi lançado por uma gravadora maiorm outra barreira quebrada pela banda, fazendo o grupo aparecer em diversos meios de comunicação. Como foi para a banda quebrar essa barreira e por que essa parceria não foi levada para outros discos?

Mais um fato pioneiro para o Stress, conseguir uma gravadora grande era o sonho de toda banda de metal no mundo. No início de 85, com o Rock in Rio roubando a cena, bandas de metal internacionais em destaque e o movimento Rock Brasil fervilhando no Circo Voador, as gravadoras vislumbraram a possibilidade de faturar com o mercado nacional. Naquele momento o Stress era a banda de maior destaque no cenário brasileiro. Recebemos o convite da Polygram, logo depois do Rock in Rio. Foi uma grande vitória pra nós e pro rock pesado brasuca. Esse disco nos tornou conhecidos em todo o país, de norte a sul. Em 86 as gravadoras queriam bandas que fizessem um rock mais leve, pra tocar nas FMs. Ainda tentamos aliviar o nosso som, gravamos duas demos (6 músicas), mais no estilo Hard rock, mas, o peso ainda era excessivo para os propósitos comerciais da nossa gravadora. Resolvemos que não era mais possível mexer no som da banda, pois, éramos uma banda assumidamente Heavy Metal. Assim, rompemos amigavelmente com a gravadora.

A banda acabou logo depois desse disco e voltou em meados dos anos 90, lançando seu terceiro disco de forma independente mas logo acabou novamente. Os anos 90 foram um período bem ruim para o metal em geral. Por acaso acham que voltaram na época errada?

Nunca assumimos que acabou, resolvemos priorizar outras atividades pessoais.eu voltei para terminar a faculdade em Belém. Esperávamos que o cenário pudesse voltar a brindar o rock com o som da hora, como foi durante metade da década de 80.Com o enfraquecimento do rock nacional em geral, as gravadoras resolveram explorar outros ritmos populares. Houve sim um momento nos anos 90, com o sucesso dos Raimundos, em que pensamos que o rock estava voltando. Foi aí que nos reunimos e gravamos o Stress III, que na verdade seria apenas uma demo, acabou virando um disco oficial, por sinal um um excelente disco. Entretanto, o cenário rock não decolou como prevíamos. Assim, não embarcamos nessa onda que virou marola. Embora, bandas como Sepultura e Angra estivessem ganhando o mercado internacional, aqui no Brasil o rock nacional ainda estava adormecido.

O Stress participou do documentário Brasil Heavy Metal e inclusive compôs e gravou o tema do documentário. A música e o clipe tem a participação de vários vocalistas lendários da história do som pesado nacional. Como foi o convite e elaboração para essa gravação, e como é o relacionamento do Stress com essas outras bandas da época?

Fomos convidados a gravar uma música para entrar na coletânea do filme, entre as 14 que lá estarão. Pensamos em enviar “Coração de Metal”, já gravada e hino nacional da banda. Todavia, eu pensei em fazer algo que representasse a todos que construíram a cena oitentista, os pioneiros: bandas, artistas, jornalistas, fãs e etc… Em pouco tempo compus e “Brasil Heavy Metal”. Reunimos o Stress e gravamos em fevereiro de 2009. Envie ao Micka Michaellis, como a nossa faixa que faria parte da coletânea BHM… Imediatamente ele me ligou, emocionado, disse que tinha ido ás lágrimas ouvindo aquela música, que se identificou de imediato com a mensagem e a sonoridade oitentista da mesma. Conversamos bastante e ambos nos emocionamos, criamos naquele momento uma amizade que perdura forte até hoje. Pouco tempo depois ele me liga dizendo que teve uma ideia, que aquela música seria a música tema do filme, que nenhuma outra teria a chance de ser melhor representativa do projeto, e que queria minha autorização para gravar um clipe, com vários vocalistas das antigas, cada um cantando um trecho. Claro que achei a ideia fantástica, autorizei na hora (risos).

Sobre a nossa relação com as bandas daquela época, por incrível que pareça, não conhecemos tantas assim. Nosso meio eram mais as bandas cariocas e algumas mineiras. Só vim ter contato mais direto com os paulistas durante as gravações desse projeto BHM, quando nos encontramos para as entrevistas. Posteriormente, nos reunimos para alguns shows do projeto Super Peso Brasil , no Rio e em São Paulo. Foram reuniões fodásticas, conheci muitos artistas e personalidades ícones do metal brasileiro. Me tornei amigos de muitos deles e o respeito mútuo é grande. Existe uma união de verdade entre nós, cultivada desde os primórdios, quando as bandas tinham consideração real com as outras.

Em 2013 foi lançado um tributo à banda no Brasil e Europa com diversas bandas nacionais, algumas lendárias como Metalmorphose, Azul Limão, Salário Mínimo e Taurus. Como foi o sentimento de receber uma ótima homenagem como essa?

Quando uma banda ou, um artista, uma pessoa recebe uma homenagem desse nível, é o momento em que a gente reflete sobre o que nos levou a merecer isso.
É verdade que nossa história daria um livro, com tantas batalhas vencidas, barreiras quebradas, sob condições incrivelmente adversas. Mas, daí a chegar a ter um álbum Tributo … seria inimaginável.

O melhor disso tudo é ouvir as gravações de nossas músicas, feitas por colegas, verdadeiros ícones do rock nacional, que poderiam muito bem ser os homenageados. Essa consideração dos colegas nos emociona e nos enche de gratidão. O álbum “Tributo ao Stress” é uma obra incrível, maravilhosa, mesmo. Deveria fazer parte da coleção de todo headbanger brasuca. É um grande marco e orgulho na nossa carreira.

O último lançamento da banda foi a música “Heavy Metal é a lei”. Podemos esperar mais músicas nessa linha? E pretendem lançar um disco completo?

Temos muita dificuldade em nos reunir para gravar, pois, moramos em cidades diferentes. Devido a isso, já há algum tempo , optamos por gravar singles – “Coração de Metal” (2005 ; “Brasil Heavy Metal” (2009) e “Heavy Metal é a Lei” (2014) . Foi na forma que encontramos pra manter o nome da banda na ativa – além dos shows – e mostrar as novas criações. Temos músicas suficientes pra gravar um full álbum inédito, todas de alto nível. Esperamos superar esse problema da distância , pra realizar esse projeto, tão esperado por nós e por muitos fãs da banda.

Por ser uma banda com tantos anos de estrada, vocês viram praticamente de tudo dentro da cena metal. Qual a opinião de vocês sobre o Metal hoje em dia, e o que acham dessa toda subdivisão do estilo com tantos gêneros como black, death, thrash, etc?

Começamos a tocar em uma época em que a nação roqueira era bem unida, era um grande prazer conhecer um outro ser que curtisse o meso som alternativo que você. Isso nos tornava uma grande unidade, muitas amizades verdadeiras se formaram nos idos dos 70/80’s. Vejo com muita tristeza e incredulidade esse racha generalizado entre os fãs do metal, as subdivisões ( de fãs e não de estilos) foram extremamente prejudiciais ao movimento. Ganhamos em números totais, mas perdemos em força. Apenas os shows internacionais conseguem reunir multidões, é quando as tribos do metal parecem que esquecem as picuinhas e resolvem se encontrar. Tudo é motivo de discórdia: Estilo, roupa, religião, cidade… enfim. Acho que não há no universo um estilo musical tão adorado e tão desunido como o metal, um antagonismo inexplicável. A única coisa que me alegra nisso tudo… é que eu tive minha juventude no momento certo, fui um roqueiro (esse era o termo) privilegiado.

Esse último lançamento foi gravado em vários estúdios diferentes devido aos integrantes morarem em cidades diferentes. Em que isso dificulta a vida da banda?

Para mim, banda de rock/metal tem de gravar juntos, olho no olho, sentindo a energia fluir de cada músico, transpirando adrenalina e tesão. Como conseguir isso gravando um de cada vez?… um em cada local? … Isso não condiz com o espírito do rock ‘n’ roll. Por outro lado, a tecnologia permite que a gravação “segmentada” possa ser feita á distância, pra não privar o artista de produzir material novo. É bem difícil pra nós lidar com esse problema, afeta até nas composições, já que as parcerias ficam limitadas, é cada um compondo isoladamente, pouca interação de toda a banda.

O que podemos esperar do Stress em 2016?

Em 2016 gravaremos material novo, não sei quantas músicas, mas, teremos som inédito do Stress na área. Quem sabe um full álbum?

Teremos o lançamento do Brasil Heavy Metal, que vais gerar uma série de shows das bandas envolvidas. Quem quiser um show do Stress em sua cidade…pode agendar que estamos muito a fim de soltar a porrada, rsrs.

Espaço para agradecimentos especiais e palavras finais:

Todos os dias, ao levantar, agradeço a Deus por tudo que ele me deu, pelos caminhos que me mostrou e por onde me guiou, pelo que me ensinou e pelo que ele ainda tem pra me mostrar.

Agradeço à minha família, pelo amor, pelo apoio incondicional e irrestrito. Parceria vitalícia.

Agradeço a todos que curtem e reconhecem o meu trabalho, que apoiam a minha carreira de músico, cantor e compositor. Especialmente aos colegas e amigos de bandas, meus inseparáveis e incansáveis parceiros de batalhas.

Valeu à Black Legion Productions e Alex Chagas, pela melhor assessoria do Brasil.

Um pesado abraço a todos que reservaram seu tempo pra ler essa matéria.
Fiquem com Deus!

Acompanhe o Stress no Facebook:
www.facebook.com/bandastress

Assessoria de Imprensa
http://www.blacklegionprod.com
https://www.facebook.com/BlackLegionAssessoria?fref=ts

 

(Acessado 35 vezes, 1 visitas hoje)

Leave a Reply

Your email address will not be published.