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A Black Legion Productions bateu um papo com o vocalista Renan Carvalho da banda Atomic Bomb, e proprietário do novo selo Atomic Records. No momento, estão com um lançamento no forno e no início de 2015 já fará o lançamento oficial.

BLP – Gostaria de começar perguntando como foi o encontro inicial no qual decidiram montar a banda, já tinham bandas antes?

Primeiramente agradeço pela entrevista e espaço para mostrar um pouco sobre o Atomic bomb.
Sim eu montei e toquei com o Vodkaos desde 2006/2007 até início de 2013 quando encerrei a banda. Já o Atomic era um projeto antigo meu com minhas próprias ideias na qual no Vodkaos eu vim perdendo através do tempo. O Marcos nunca teve banda e nem tocado, aprendeu comigo nos ensaios e shows, assim como eu aprendi na marra também rsrs.

BLP – Em 2014 foi um ano bem movimentado para a banda, qual o balanço e o saldo positivo e negativo?

Positivo foi que lançamos um EP “Hell on this world”, o Single ” O dia da aniquilação” e gravamos e finalizamos o 1º Disco ” Metal Selvagem” que será lançado oficialmente em janeiro de 2015.

Negativo foram os bateristas, tivemos muitas decepções e também agradecimentos, alguns por ajudarem e outros por tentar atrapalhar, mas isso só mostrou ainda mais o quanto Marcos e eu resistimos a tudo firme e forte.

BLP – Você e Marcos Calafalas estão firmes e fortes na banda. Mas as bandas tem problema com baixistas, outras com guitarristas, a sua banda faz parte da grande maioria que tem problema com bateristas. Qual o fator determinante e o que houve com cada um que saiu?

1º Quero agradecer ao Marcos por sempre estar ao meu lado, me ajudando e acreditando.
O Julio foi problema pessoal dele e saiu super por cima conosco, já o Fernando tivemos um problema sério por ele defender o lado oposto da raiz do heavy metal e queria levar isso pra banda, o cúmulo chegou até um grande show que estávamos aguardando que prefiro nem entrar maiores em detalhes.

BLP – O debut álbum estava previsto para 2014 ainda, o que houve para o adiamento para 2015?

Selos, correios e tudo mais. É bem normal esse tipo de “problema”! Mas uma coisa é certa, o disco de estreia ficou bem bacana, totalmente oldschool em português.

BLP – O disco teve a produção de Vinícius Gomes, um amigo da banda que pode somar de forma profissional. Atingiu o resultado esperado?

Sim na verdade a gravação da guitarra, baixo e vocal foram no Vinicius Gomes, já a bateria foi o Gabriel Cabral (The Unhaligast, tyranno e ex Flagelador) que também acabou finalizando as mixagens. Gosto muito de gravar com o Vínicius, pois somos amigos há mais de 10 anos e crescemos e conquistamos nossos equipamentos na mesma época, é muito bacana essa interação.

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BLP – O lançamento acontecerá pela Black Legion Productions e outros parceiros, como chegou até eles?

O “desenrolo” aconteceu com a parceria do Alex Chagas(BPL) e Eu. Entramos em contato com os nossos parceiros do underground que curtiram o som e decidiram apoiar.

BLP – Como acredita que será 2015 para a banda? Existe algum planejamento especial para receber o debut “Metal Selvagem”?

De início quero realizar o lançamento e em seguida me empenhar na divulgação e enfim encontrar um baterista serio e comprometido para sair em uma pequena turnê em 2015.

BLP – São camaradas novos, interessante o fato de fazer um som bem Old School, caminhando entre Thrash, Punk e até letras como o True Black Metal, comente.

Sim somos jovens cada um com 26 anos de idade, mesmo eu estando na estrada há 8 anos e pelo menos 14 anos no underground. Mas é certo de poder passar a vida nessa linha de música e nossas letras sempre contando acontecimentos e falando sobre o metal em si, sempre contra tudo o que odiamos.

BLP – Descreva “Metal Selvagem” e a diferença para as gravações anteriores.

As gravações anteriores foram bem primitivas, tudo ao vivo em um estúdio de ensaio e mixado com o Vinicius, já com o Disco Metal Selvagem gravamos tudo separado e tentamos mixar bem na pegada que gostamos a qualidade melhorou bastante e tenho certeza que os próximos serão ainda melhores. E sobre Metal Selvagem, é aquele sentimento de rebeldia que desde a juventude temos de levar o metal acima de tudo, é o que eu acredito e vivo. Todos que adquirirem a sua cópia vão ter momentos de nostalgia pura.

BLP – Quais as influências diretas da banda com relação ao estilo musical?

Dorsal Atlântica, é sem dúvida a maior influência. Temos muitas influências de Metalpunk, HC e Punk. Mas a maior sem dúvida é o Thrash metal oldschool.

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